No dia 05 de Janeiro, pude presenciar algo que nunca tinha visto. Uma jovem amiga minha no auge de seus 18 anos ingressava no convento de clausura da ordem das irmãs Carmelitas Descalças. Como um convento de clausura, após um tempo de experiência e discernimento, iria fazer os votos perpétuos na ordem, e não mais sairia dali. Viveria a vida de oração e a rotina próprias do convento, bem como os conselhos de ser pobre, obediente e casta.
Alguns podem dizer: não faz sentido uma pessoa jovem e bonita "se perder" dentro de um convento. Afinal, ela precisa viver a vida, namorar, ganhar muito dinheiro, etc...
Isso pode parecer uma grande contradição, uma vez que numa cultura onde é quase que compulsória a busca do prazer sem limites, das riquezas e do poder, uma escolha tão radical como esta parece improvável.
Não seria uma fuga por causa de uma frustração? Pouco provável. Conversando com as demais freiras pude perceber uma serenidade, e felicidade sem iguais. Especialmente de uma senhora que já fazia 60 anos de vida consagrada. A impressão que eu tive quando conversei com ela? Uma mulher realizada. Que não se arrependeu de "perder tudo", se é que podemos colocar assim...
Questionadas a respeito de sua rotina, uma delas respondeu: "Quando existe amor, não há rotina!"
Que contradição bela!
Parabéns Ingrid! Deus te mantenha fiel! reze por nós!


Para matar a saudade... Ler suas lindas palavras sobre a nossa pequena grande amiga...
ResponderExcluirNo mês Mariano, onde nos faz recordar daquela que tudo doou...A Virgem Maria, Podemos dizer sempre... Totus Tuus!