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quinta-feira, 14 de novembro de 2013

O que você achou da JMJ?


Compartilho ainda que atrasado percepções de como foi a JMJ para algumas pessoas que eu estive perto... Sharing some thoughts of people I knew about WYD. available in portuguese only...



"A JMJ pra mim veio como um convite para retomar os passos dentro da Igreja e voltar a participar da vida em comunidade. À princípio havia sido convocada para trabalhar em uma tarefa que me deixou muito orgulhosa - um grande erro; Fui chamada para ser tradutora nos atos centrais e estufei o peito para falar para todos ao meu redor, com muita alegria. 
Por providência Divina, não pude comparecer no primeiro treinamento e depois fiquei sem conseguir remarcar outros. Acabei pegando outras funções paroquiais e demais em atos centrais.
E como alguém me disse uma vez, em treinamento: "Se precisar lavar uma louça,um banheiro, varrer um chão, faça com o maior amor que tiver dentro de si. Porque não tá fazendo para Igreja ou para o Irmão, está fazendo para Deus. E, ELE tá contado contigo."
Ser voluntária foi um presente maravilhoso que recebi e hoje, estufo o peito para dizer: "FUI VOLUNTÁRIA, PEREGRINA, SERVA e Sou parte da Juventude Papa. "

Luisa Geambastiane Moreira - Voluntária Diocesana, pela Paróquia Santo Sepulcro de Madureira. 

 
 
 
 
"Bem, antes de falar sobre como foi a JMJ, vale falar que eu não tinha muita ideia do que era uma Jornada Mundial da Juventude, apenas achei que como catequista e jovem católica eu precisava ir de qualquer forma, então comecei a pesquisar tudo sobre, e algumas semanas depois da primeira notícia que surgiu sobre ela, eu vi que dava pra ser voluntária, o que me deixou com ainda mais vontade de ir já que gosto muito de voluntariado. Porém até uns dois meses antes de ir não tinha certeza se conseguiria, pois era muito medrosa para sair de minha zona de conforto, digo que era, pois graças as experiências em Deus que vivi na JMJ não sou mais.

Desde que entrei no ônibus que saía de São Paulo à meia-noite de domingo para segunda (15 de julho) percebi que a JMJ havia começado e faria algo diferente em mim. Neste ônibus encontrei 10 mexicanos, 2 cubanos, 1 colombiano e 1 brasileiro que iriam ser voluntários também. Sentei-me ao lado de Rebeca, uma mexicana muito simpática que conversou muito comigo durante a viagem e se mostrou bastante interessada e curiosa para saber como era a fé do povo mais católico do mundo (sim, no México muitos acreditam que o brasileiro é o povo mais católico do mundo!), fomos conversando até que algumas das meninas sacaram de suas bolsas uns livrinhos que na verdade era como uma liturgia diária deles e ela me explicou que como não puderam ir à missa no domingo por conta da correria para ir ao Rio, iriam rezar e acompanhar a missa do dia pelo livro, o que me impressionou, já que o máximo que eu faria seria me confessar depois, então foi aí que percebi que a jornada iria causar mudanças em mim e eu deveria me preparar para elas.

Chegando ao Rio de Janeiro me tornei tradutora de um idioma que não falava e guia turística em uma cidade que nunca estive, pois o sotaque dos cariocas era bem puxado e os hermanos não entendiam nada, rsrsrs. 

Fiz amizades com pessoas incríveis que com certeza guardarei para sempre em meu coração, pois essas amizades foram construídas na melhor base que existe, que é Jesus, e essas amizades foram tão fortes que pareciam ter 15 anos e não 15 dias.

Durante a estadia com jovens de todo país, percebi que nós, os brasileiros, éramos muito mais medrosos que os estrangeiros, que saiam pelas madrugadas sem pestanejar, andavam gritando aos quatro ventos o seu idioma, a sua nacionalidade e a sua religião, sem nem se preocuparem se alguém tentaria fazer mal a eles. Foi então que vi que se quisermos fazer algo de verdade pela Igreja, temos que largar esses medos e essas inseguranças.

Em uma de nossas andanças encontramos uma jovem de um país com pouquíssimos cristãos (2%), onde a principal religião é o islamismo e lá é CRIME ser católico, e se alguém se quer sonhasse que ela estava na JMJ, ela seria torturada e morta (por isso descrevo com poucos detalhes, para assim não acabar dando algum problema para ela), e quando soubemos que ela poderia até morrer, uma amiga perguntou se ela não tinha medo, então a jovem respondeu "Não, pois creio em Deus e tenho fé!". Foi nesse momento que eu fiquei paralisada e comecei a pensar sobre o que eu faria se no Brasil fosse assim, se eu teria a coragem que ela tem e se realmente eu era uma Cristã, e foi então a partir desse momento que prometi pra Deus que iria fazer o meu melhor para Ele.

A JMJ trouxe muuuuitas coisas lindas para a minha vida e que se eu fosse escrever tudo, o texto ficaria gigantesco, mas tudo o que vi e vivi com certeza levarei gravado em meu coração para sempre. Sei que o texto ficou grande, mas tentei colocar no menor número de linhas que desse. Espero que esse testemunho venha a te ajudar no seu post."

Fique com Deus.
 
Tatiane Rodrigues

sábado, 10 de agosto de 2013

Sob essa mesma cruz... Together under his cross...

"Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção" Beato João Paulo II 

"My dear young people, at the conclusion of this Holy Year, I entrust to you the sign of this Jubilee Year: the Cross of Christ! Carry it throughout the world as a symbol of Christ's love for humanity, and announce to everyone that only in the death and resurrection of Christ can we find salvation and redemption" Blessed John Paul II



Being a WYD volunteer- Do What is needed



Being a volunteer in the WYD is beforehand a God calling. Although it may seems a status, people who consider this way misunderstood. Who wants to volunteer and believe that because have the ability to the activity A, B or C and expect to work in these specific groups. Most of us volunteers, including me, have done that. When I received the e-mail saying I was chosen to Cinema Group I got upset. However in the general training, the confirmation message: “If you are a journalist and youthink you can serve better as a journalist, but you were asked to give information on the subway, it’s because you are needed there”. Obviously, I understood this tip. In other words, they wanted to say that God wanted me to do that. I ask the pardon and went to Cinema training joyfully because from then I understood that was what god wanted me to do… Here are some of the cinema group volunteers of the youth festival 

Ser voluntário JMJ – Fazer o que é preciso




Ser Voluntário na JMJ é antes de tudo, um chamado de Deus, e não um privilégio. Apesar de dar a impressão de ser um status, engana-se quem pensa dessa forma. Engana-se também quem entra no voluntariado, mesmo sabendo que está a serviço com uma expectativa de que vai pra equipe A, B ou C porque tem habilidades para essa equipe. Muitos de nós voluntários, inclusive eu, fizemos isso. Quando recebi meu e-mail com a alocação de cinema... Imaginem minha cara de decepção. Entretanto, no treinamento Inicial, a mensagem ratificadora: “Se você é jornalista, e vc acha que serve melhor como jornalista, mas foi escalada pra dar informações, é porque precisam de você ali...” em outras palavras, queriam dizer que era o que Deus queria que eu fizesse... Pedi perdão, e fui para o treinamento do cinema Feliz da vida, porque entendi que era isso que Deus queria pra mim... Esses são alguns dos amigos voluntários da Equipe de Cinema do Festival da juventude